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Blogs de indústria da Microsoft

uma sala de reunião com duas mulheres fazendo uma apresentação

Mercados mais abertos e conectados trazem possibilidades para novos modelos de negócios financeiros que são cada vez mais orientados à demanda dos consumidores por serviços mais personalizados, customizáveis e competitivos. A expressão “Open Banking” representa esse conjunto de capacidades digitais para um modelo de negócio orientado a APIs (Application Programming Interface), acompanhados de uma curadoria dinâmica de parceiros de negócio, impulsionado pelo desejo das instituições financeiras serem cada vez mais relevantes para a multiplicidade de clientes e para os perfis de consumo, suas diferentes necessidades que podem ser rentabilizadas, fidelizando e tornando a instituição financeira moderna

Novas regulamentações para Open Banking (veja este post do Banco Central do Brasil) permitem vários cenários de crescimento para instituições financeiras. Uma das melhores maneiras de rentabilizar essas novas regulações é avaliar um conceito de Marketplace para produtos financeiros e não financeiros. Permitir que os bancos estabeleçam um ecossistema para clientes e parceiros é, de longe, um dos cenários mais promissores para desbloquear novos fluxos de receita e valor para os clientes, para os parceiros ou para as instituições financeiras.

Os Marketplaces permitem aos bancos enriquecerem a oferta de segmentos de clientes de varejo (B2C) e PME & Corporate (B2B), resultando em novas receitas de serviços não financeiros (oferecidos por parceiros) e, consequentemente, em clientes mais leais e satisfeitos.

 

Tendências de mercado e tecnológicas

O prisma que define a necessidade de modernização das instituições e de seus modelos de negócio é uma combinação das tendências de mercado, arrastadas em boa medida por uma realidade tecnológica que habilita capacidades de negócio antes distantes até mesmo para os grandes incumbentes

 

infografico

 

 

Marketplace X Open Banking

Embora sejam modelos próximos, é comum que exista certa dificuldade na diferenciação entre ofertar produtos em um Marketplace financeiro e via Open Banking. O primeiro modelo é o início da jornada, em que a instituição necessita de maior controle da experiência do cliente, consequentemente mais centralizado, enquanto o segundo representa um modelo de negócio aberto, ainda controlado, porém com maior dinamismo (em especial para a variável time to market). Ambos representam oportunidades de negócio significativas para os diferentes perfis de instituições financeiras.

Algumas diferenças importantes entre Marketplace e Open Banking:

 

Marketplace financeiro

(Parceiros de negócio selecionados criteriosamente)

Open Banking

(Qualquer parceiro de negócio)

·         O banco cria APIs bem definidas para permitir uma experiência perfeita.

·         O banco seleciona parceiros especializados para oferecer serviços financeiros adicionais, complementando seus produtos.

·         Os bancos controlam e proporcionam a experiência de integração.

·         Os clientes têm escolhas limitadas.

 

 

Experiência integrada perfeita para os clientes

·         O banco cria um framework e um conjunto de APIs abertas.

·         A plataforma faz uso de um modelo plug-and-play.

·         Qualquer parceiro pode se plugar caso atenda aos requisitos.

·         Os parceiros constroem seus próprios produtos.

·         Os bancos não controlam a experiência completa do cliente.

·         Os clientes têm um conjunto mais amplo de capacidades e opções de produtos.

Vasta seleção de produtos para o cliente – Mais aberto

 

 

 

 

A jornada do Banco Tradicional ao Banco Inteligente

A jornada do Banco Tradicional ao Banco Inteligente

 

A Microsoft e a jornada do Open Banking

Uma matéria de 1996 que anunciava a parceria da Microsoft com instituições financeiras para modelar o futuro, do que na época chamava-se Open Internet Banking, ajuda a entender o quanto a Microsoft prioriza a indústria financeira desde a era dos desktops. Entenda.

De 1996 aos dias atuais, temos um novo mercado, novas tecnologias e até uma nova Microsoft. No entanto, nossa vocação em suportar a modernização da indústria financeira continua a mesma. Um dos casos recentes importantes é o do Santander. Em uma parceria global de longo prazo, a Microsoft ajudará o banco a impulsionar a inovação digital e aumentar sua eficiência operacional, utilizando diversas soluções em Nuvem, incluindo Microsoft Azure, dados, Inteligência Artificial e serviços cognitivos.

“Acreditamos firmemente que, por meio de inovações bem-sucedidas e focadas no cliente, podemos ganhar fidelização com a melhoria e a personalização das experiências dos clientes, além de nos tornarmos mais ágeis e eficientes. A tecnologia é um facilitador essencial para o sucesso de nossos negócios, e a Microsoft é uma forte parceira que nos ajudará a alcançar nosso objetivo”, explica Dirk Marzluf, diretor de Tecnologia e Operações do Banco Santander.

Saiba mais sobre a parceria em: https://news.microsoft.com/pt-br/santander-fecha-parceria-com-a-microsoft-como-provedor-de-nuvem-estrategico-para-impulsionar-a-transformacao-digital-do-banco